Você acha a pauta boa, mas o jornalista não. E agora?

Você acha a pauta boa, mas o jornalista não. E agora?

O que pode acontecer de pior na hora de realizar uma divulgação? Que ela não seja bem aceita pelo jornalista, certo? Nem sempre a pauta que você, e seu cliente, consideram boa podem bater com o que as redações querem naquele momento. Trabalhar expectativas e ter a noção real dos resultados que podem vir do trabalho de divulgação ajudam a ter menos decepções.

Como explicar para o cliente que a campanha que toda equipe interna e agência acreditavam ser eficaz não trará os resultados desejados? Quem aí nunca passou pela experiência de achar uma pauta boa, mas receber vários nãos dos jornalistas de redação? Sim, essa possibilidade é real, acontece mais do que imaginamos e é preciso aprender a trabalhar com ela para fugir do estresse e da cobrança desnecessários.

Podemos citar algumas situações corriqueiras no trabalho de divulgação:

  1. A pauta ter menos números do que o necessário, por uma questão de estratégia comercial da empresa;
  2. A pauta não acompanhar um momento particular do mercado, ou seja, ficar de fora das escolhas de pauta por não ser factual;
  3. A sugestão ser vista com um cunho mais comercial e, portanto, não ser levada para avaliação em reuniões de pauta;

Em todas elas, é preciso encontrar uma saída, ou seja, desenhar uma nova estratégia. Muitas vezes, especialmente para equipes internas de comunicação, estar muito envolvido com o assunto pode tornar o olhar um pouco distorcido e, em casos como esses, é ótimo ter o feedback da imprensa, para criar metas mais reais e – quem sabe – divulgar com novos dados ou explorar um novo aspecto.

É o feedback que valida a pauta, ou não

O feedback, na verdade, é sempre muito importante, por mais que ele doa quando não é o esperado. É o olhar das redações, do jornalista, que nos faz colocar os pés no chão e entender o que é ou não possível ser feito. Claro que, para o cliente, toda sugestão vais ser sempre especial e importante, afinal de contas, estamos falando dele e de suas realizações. Mas o jornalista está com olhos em outras mil sugestões e precisa, ele também, fazer escolhas estratégicas.

A questão aqui é que opiniões nem sempre vão bater e é preciso lidar com isso no dia a dia. Ter um formato cada vez mais enxuto e assertivo de abordar a imprensa pode ajudar a agilizar o processo de feedback e inclusive proporcionar, de forma mais rápida, novos caminhos de uma mesma divulgação.

Às vezes, é um detalhe que falta. E entender isso pode tirar um peso das costas de quem divulga, além de dar uma nova esperança para o cliente. Só não esqueça: a ferramenta certa, os melhores dados e uma pitada de visão realista é que vão ajudar a transformar o dia a dia das divulgações.

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