O que acontece nas redações?

O que acontece nas redações?

Você já vivenciou a realidade dos jornalistas que trabalham com a apuração de notícias diárias de editorias de política, economia e cidades?

Imagine um cronometro regressivo (timer, em inglês) sempre de olho no seu trabalho. É quase aquela sensação dos tempos de escola que o professor literalmente arrancava a prova da sua mesa enquanto você implorava só mais um minuto para concluir. Agora imagine a pressão para levantar e checar informações antes de usa-las. Bem-vindo! Essa é a descrição mais realista dos jornalistas de redação que apuram diariamente pautas quentes e bombásticas.

É uma verdadeira corrida contra os ponteiros do relógio. Com prazos curtos, quem trabalha com jornalismo cotidiano, em editorias de economia, política, cidades e afins, vive muitas vezes a angústia de que talvez deveria ter se aprofundado mais em determinado assunto, entrevistado mais fontes ou esperado um pouco para publicar.

Para aliviar essa sensação de não conseguir fazer tudo com a “perfeição” sonhada, uma saída que muitos jornalistas de redação usam é estabelecer sólidas parcerias com assessores de imprensa que são estratégicos para a apuração de notícias. São relacionamentos de confiança em que nem sempre a fonte é citada e baseados no princípio “você me ajuda, eu te ajudo”. Às vezes é só uma ligação rápida para ver se uma informação recebida de outra fonte faz sentido. Uma ação investigativa de verdade, bem a la Sherlock Homes mesmo.

Para chegar a esse ponto de confiabilidade, é importante que assessores de imprensa, sejam eles de empresas, instituições ou órgãos públicos, tenham o cuidado de serem sempre transparentes ao compartilharem informações e fontes com jornalistas de veículos. Objetividade e cumprimento de prazos também são essenciais para garantir um elo bacana com quem atua com deadlines apertados todo dia.

Por aqui acreditamos que o desafio de abastecer o jornalismo diário de portais, tvs, rádios e impressos tende a ser cada dia mais baseado em parcerias entre jornalistas dos dois lados, a fonte e a redação – ainda mais em tempos de equipes enxutas. É o momento de jogar junto, de colaborar de verdade, de deixar rivalidade e interesses exacerbados de lado. Concorda?

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