Boas práticas com a imprensa no novo “normal”

Boas práticas com a imprensa no novo “normal”

Nessa pandemia, as boas práticas de comunicação entre agências, assessores e redações precisam ser avaliadas, para que o que era normal seja adequado aos novos tempos. E, você, está preparado para o que vem por aí?

Você saberia dizer quais são, hoje, as boas práticas para o novo “normal” da imprensa? Vamos falar de um assunto polêmico: os contatos diretos via celular. Sim, Whatsapp, Telegram, SMS (alguém ainda usa?) podem ser formas de chegar até o jornalista e que parecem funcionar melhor em tempos de urgência.

Mas, imagine receber 200, 300 pautas por dia no seu app do celular? Ou então, dezenas de mensagens de pessoas que você nem sabe de onde são, oferecendo uma fonte, um assunto ou perguntando qual pauta você está trabalhando naquele dia? Você consegue se imaginar em uma situação assim? A gente se sente oprimido só de pensar.

De um lado, os assessores, que precisam chegar, de alguma forma, até os jornalistas, mas encontram pela frente redações vazias, e-mails sem resposta e números de telefones que raramente são atendidos. De outro lado, jornalistas que precisam de fontes e que nem sempre recebem as melhores pautas ou têm à mão contatos que possam repercutir o assunto em questão.

Um precisa do outro. E os dois lados se sentem perdidos em meio a uma nova realidade, nem sempre fácil de ser decifrada. Como agir? A questão é que o bom senso precisa imperar de todos os lados.

Boas práticas precisam funcionar para as duas pontas da comunicação

Jornalista, não quer ser contatado por celular? Não forneça seu número para o mailing de imprensa. Ou tenha um número apenas para o trabalho, o que vai ajudar a separar as mensagens. Permite que seu celular esteja no mailing? Então, saiba que será abordado via celular. Não tem outro jeito nos dias de hoje.

Assessor, quer chegar de uma forma positiva até o jornalista? Pergunte como ele prefere ser contatado. Se conseguiu o celular por uma terceira via, como um grupo de assessores, um colega direto ou algo assim, seja cauteloso, pergunte ao jornalista se tudo bem enviar informações por celular, ou se ele prefere outro meio.

Esse respeito mútuo cria relações mais saudáveis e, inclusive, pode ser extremamente positivo na hora de enviar/receber sugestões. Não vai haver mal estar ou ressalva de nenhuma das partes. Por isso, boas práticas são tão importantes. Bom senso e empatia, então, nem se fala. Mas não dá para forçar alguém a ter, certo?

Compartilhar boas práticas pode melhorar o mundo

Assim, todos juntos, vamos tentando reconhecer quais são as melhores formas de gerar bons contatos e compartilhando, para que o mercado, como um todo, possa ser melhor daqui para a frente. Não adianta achar que fórmulas antigas vão funcionar. Mas, também, não dá para engatar a primeira marcha e sair atropelando todo mundo. Coloque- se no lugar do outro. Entenda como funciona a dinâmica do veículo. Comunicação é, antes de tudo, como o outro entende aquilo que a gente quer transmitir. Saber disso nos faz construir melhores formas de comunicar.

Por isso, a gente pergunta: quais são as boas práticas que funcionam por aí? De que forma elas podem ajudar a melhorar a vida de todos os formadores de opinião, construtores da notícia e trabalhadores da comunicação? Vamos compartilhar aquilo que sabemos para fazer do futuro um tempo com mais resultados e menos estresse. Estamos juntos com você nessa tarefa! Conte conosco.

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