Assessoria: quanto eu cobro

Assessoria: quanto eu cobro

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Principalmente para quem está iniciando na atividade de assessoria de imprensa ou para aqueles que trabalham de forma autônoma, uma dificuldade frequente é definir o valor a ser cobrado pelo serviço.

Em tempos de crise e com medo de perder o negócio, é comum profissionais de comunicação praticarem valores bem abaixo dos considerados adequados pela média do mercado na hora de apresentar uma proposta ao cliente.

Assessoria: quanto eu cobro?

Quando se oferece um preço muito fora das faixas praticadas, entretanto, além de contribuir para a canibalização do segmento, corre-se o risco de ser posta em dúvida a qualidade profissional ou mesmo atrair clientes que não valorizarão o seu trabalho. O “vale tudo” para fechar o job quase nunca é a melhor estratégia.

O contrário também é verdade. Apresentar um valor muito acima dos concorrentes, a menos que você tenha um diferencial que o justifique, pode acabar afugentando muitos clientes em potencial.

Existe valor ideal na assessoria?

A verdade é que não existe uma tabela única e diversos fatores devem ser considerados na precificação de um serviço. O perfil do cliente, o nível de experiência do profissional contratado, a complexidade do trabalho, seu tempo de duração são alguns dos critérios que precisam ser levados em conta.

Assessoria na ponta do lápis  

O primeiro passo é estimar todos os custos que envolverão a realização do trabalho. No caso da assessoria de imprensa, por exemplo, ligações telefônicas, custos de transporte, pacote de internet, assinaturas de jornais entre outros como, por exemplo, ferramentais digitais que facilitam na gestão online e na rotina diária.

Uma sugestão é orçar os custos de terceiros e apresentá-los separadamente, assim o cliente saberá exatamente o que está pagando e poderá optar entre contratar ou não o serviço.  É o caso de ferramentas como mailing, clipping, ações de coletiva de imprensa, media training, gerenciamento de crise, entre outros.

Vale lembrar que o próprio assessor pode realizar todas essas ações sem a contratação de uma empresa especializada. Sempre que possível, todavia, o melhor é contar com o suporte de estruturas profissionais.

O segundo passo é definir, em função do perfil do cliente, o tempo de dedicação necessário. Para esta etapa, liste as ações que serão realizadas.

Isso também envolve a definição do número de profissionais e a divisão de tarefas.Dimensione o trabalho em horas e nível de experiência.

Exemplo: 20 horas semanais de um profissional sênior + 40 horas semanais de um assistente. Multiplique pelo valor-hora do profissional em questão.

Não sabe como definir o valor-hora? Uma boa medida é estabelecer o salário que você entende como ideal e dividir pela jornada de trabalho (total de horas na semana ou mês).

Exemplo: R$ 6.000 / 180 horas mês (média de 8 horas diárias) = R$ 33,33. Lembrando que não estão computados aqui benefícios como alimentação, convênio médico etc, nem considerados os impostos a recolher.

Fechando a conta

Para chegar ao preço final da proposta, é preciso somar todos os itens anteriores: custos gerais, custos de terceiros (se houver), equipe, benefícios e impostos (quando aplicados).

Deve-se ainda levar em consideração o volume e tempo de duração do trabalho. Pacote de serviços e contratos de longo prazo precisam apresentar algum tipo de vantagem ou abatimento de valores.

Feito isso, é hora de fazer os ajustes necessários. Como dito, o valor deve condizer com os preços praticados no segmento e com o perfil do cliente pretendido.

Em outras palavras, vale a regra: não superestime nem desqualifique seu trabalho. A melhor medida é o preço justo.

Resumo: Para que não haja dúvidas, preço justo é aquele que cabe no bolso do cliente ao mesmo tempo em que remunera de forma digna o esforço empreendido pelo profissional contratado.

Relações éticas e benéficas para ambos os lados tendem a gerar parcerias duradouras e sempre serão o melhor negócio.

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