Assessores e jornalistas, uma relação de amor e ódio

Assessores e jornalistas, uma relação de amor e ódio

Nos últimos tempos, criou-se uma relação de amor e ódio entre assessores e jornalistas de redação – ambos precisam um do outro, mas parece que o timing não está ajudando. Você concorda?

Quem aí concorda que devemos ser mais parceiros do que antagonistas, mas que ultimamente, uma relação de amor e ódio se instalou na relação entre assessores e jornalistas? Em nossa busca por informação, conversamos com muitos clientes, amigos e parceiros e chegamos a uma conclusão: precisamos mudar urgentemente a forma como trabalhamos em conjunto.

Fato: jornalistas cada vez têm menos tempo para tudo, inclusive para analisar pautas, e assessores estão sendo cada vez mais pressionados por resultados. No meio disso, está a mídia e o mercado, ambos carentes de boas notícias e de um trabalho mais assertivo, que garanta o bem-estar profissional de ambas as partes e resulte em mais informação de qualidade para o público final.

Há uma luz no fim do túnel?

Qual a solução para a falta de tempo? E qual a melhor forma de conseguir resultados melhores? Bom seria se tivéssemos a fórmula do sucesso, não é mesmo? (Acredite, nós também adoraríamos!). A questão é que não há receita pronta, mas existe um meio de começar a fazer o caminho de volta: melhorar a interação entre jornalista e assessores.

De uns tempos para cá, ouvimos ambos reclamando: de um lado, aqueles que nunca conseguem ser ouvidos, de outro, aqueles que precisam de pautas, mas não conseguem tempo para ouvir. Nós tentamos, aqui nesse mesmo blog e em nosso trabalho diário, melhorar a questão timing x assertividade, porém, é preciso que haja uma vontade genuína, de ambas as partes, de melhorar essa relação, tão importante para os resultados gerais da comunicação no Brasil.

Você tem uma ideia sobre como podemos deixar essa relação mais tranquila? Comente aqui e dê sua contribuição!

There are 4 comments
  1. Eduardo Rocha

    Muito bom!

  2. É isso mesmo, gente! Precisamos melhorar essa relação e urgente. E vejo um movimento grande para isso, em grupos de jornalistas no Facebook e mesmo no Whatsapp. Acredito que a saída é esta mesmo: incitar á discussão, como estão fazendo, e ajudar todas as partes a serem ouvidas!!! Que venha um 2018 de mais parceria!

  3. Aderlei de Souza

    Exceto pelo erro crasso que o autor do texto cometeu, colocando como profissões antagônicas assessor e jornalista, (me responda, por favor, qual é mesmo a formação acadêmica de um assessor de imprensa?) diria que é possível, sim, uma maior interação entre as duas FUNÇÕES que um jornalista pode exercer no seu ambiente profissional.
    Como assessor de imprensa experiente, tenho a dizer que só depende de cada um. Mesmo diante de pressões, sejam do cliente, no caso do assessor de imprensa; sejam do editor e/ou do chefe de reportagem, é possível conciliar e interagir de forma pacífica e positiva entre ambos. Digo, com muito conhecimento de causa, que é perfeitamente possível essa harmonia porque a vivenciei durante meus 20 anos como assessor de imprensa na Secretaria de Estado dos Transportes. Sempre, com raríssimas exceções, tive um ótimo relacionamento com os colegas de redação. Sempre!
    E, mesmo que enfatizem, não concordo com a expressão: ‘os tempos mudaram’. Sim, eu sei. E muito! Mesmo assim, é possível desempenhar um trabalho em harmonia, desde que as partes queiram. Uma andorinha só não faz verão. É isso aí!

    • redacao

      Olá Aderlei, muito obrigado pelas observações e contribuição.
      A ideia não foi colocar como profissões antagônicas, mas como funções, sim, que são complementares, mas que muitos vêem como antagônicas, daí a importância da discussão!!!

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